Diálogo e comunicação

7 erros que limitam a comunicação com seus filhos


Quando uma criança não fala ou fala pouco, as interações nem sempre são fáceis e espontâneas. A criança tem menos iniciativa para se comunicar e os pais ficam ansiosos, levando-nos a situações em que erramos ao invés de criar um ambiente que estimula a comunicação. Queremos que eles nos digam, respondam às nossas perguntas e sem perceber deixamos de nos comunicar com o nosso filho. Você pode não ter percebido até agora, mas Esses são os 7 erros que limitam a comunicação com seus filhos.

Falar com crianças nem sempre é difícil. Nesta relação, somos os adultos e temos que proporcionar o ambiente e as condições para uma comunicação bilateral efetiva. Em caso de dúvida, aqui está o que evitar antes de conversar com seu filho!

Erro 1: fazer muitas perguntas
Freqüentemente perguntamos repetidamente: Como é chamado? O que é isto? Diante disso, é importante parar e pensar o seguinte: A criança tomou a iniciativa, ela vem mostrar algo que chamou sua atenção, ela quer compartilhar com a gente. Se respondermos à iniciativa deles fazendo pergunta após pergunta, provavelmente se a criança não puder responder por falta de tempo ou se sentir intimidada, ela irá embora e continuará brincando sozinha ou ficará frustrada por ficar quieta. A comunicação será interrompida e perderemos a oportunidade de interagir com ele.

Que posso fazer? Um comentário. Posso transformar essa pergunta em um comentário. Em vez de perguntar 'Qual é o nome dele?', Posso comentar: 'Que caminhão de bombeiros maior…'. Os comentários possibilitam, abrem caminho, dão tranquilidade e não colocam a criança no centro, com a obrigação de responder. Os interrogatórios tornam-se mais lentos, intimidam e, se a criança não souber a resposta, podem ser angustiantes ou constrangedores.

Erro 2: fazer perguntas que eles não conseguem responder
Se pensarmos que ele não sabe o que estou perguntando, ou não pode responder porque é muito difícil ou difícil para ele, então eu não pergunto isso. Nós pais conhecemos nossos filhos, então podemos saber em que nível de linguagem eles estão: se usam gestos, palavras ou frases isoladas. Se você usar apenas palavras isoladas, posso fazer perguntas alternativas em que a resposta está incluída na mesma pergunta: Quer comer biscoitos ou pão? Quer jogar bola ou soprar bolhas?

Erro 3: fazer perguntas que não estão relacionadas aos interesses da criança
É importante conhecer os interesses e motivações da criança para interagir com ela. Se uma criança estiver interessada, você chamará sua atenção e aprenderá melhor. Se a criança está brincando com a pista do carro, subindo e descendo animadamente as rampas e a gente pergunta: 'De que cor é esse carro?', Você acha que vai ser relevante para ela? Você teria interesse em saber o que é vermelho, naquele momento? Ele claramente vai ficar muito mais interessado em você entrar no jogo dele e comentar: "Meu carro cai rápido!" ou 'O seu vai cair rápido ou devagar?' ou 'Cuidado, meu carro bate com você!'

Erro 4: perguntas que testam o conhecimento da criança
Como é chamado? Você sabe? Você se lembra do nome? Se ele não disser nessa altura, dê-lhe o modelo, mostre-lhe as opções, mas não o force! Pode fazer comentários para a criança completar a frase: 'O caminhão que apaga incêndios é ...', 'O caminhão é grande, o carro é ...'.

Erro 5: não dar tempo para você responder
Lembra quando você estava aprendendo a dirigir, se não tinha tempo e tinha que responder rápido, o que aconteceu? Certamente o carro parou, você ficou frustrado ou angustiado. Falar nem sempre é tão simples quanto parece. Enquanto espera a resposta dele, seja paciente, olhe para ele com expectativa e muita tranquilidade. Não se precipite nem se inquiete, as crianças percebem tudo!

Erro 6: interromper e responder por ele
Em um esforço para ajudá-lo, muitas vezes o impedimos de continuar a falar ou cometer um erro. O desenvolvimento da linguagem é um processo, deixe-o responder sem interrompê-lo.

Erro 7: conserte
Não diga, por exemplo, 'você não fala peio, você fala cachorro'. Dê a ele o modelo correto: 'O CÃO está comendo'. Se você corrigi-lo toda vez que ele fala, isso pode gerar uma percepção negativa do seu jeito de falar, impactando na sua autoestima e segurança.

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